As pessoas que gostamos são como as flores do nosso jardim. Sempre que precisarmos elas estarão lá. Mas o egoísmo de alguns é tão grande, que querem arrancar essas flores do jardim e guardá-las só e unicamente para si, sem perceber que fora do seu meio (longe dos seus costumes, dos seus amigos, da sua família, do seu lugar), murchará. Depois de ter cortado, só resta plantá-la em um vaso para que sobreviva, mas não será a mesma coisa, não terá a mesma beleza, o mesmo cheiro, o mesmo encantamento, pois sua presença se tornará comum. É preciso pensar nos outros antes de nós mesmos.
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